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Mulher assassinada e carbonizada em terreno abandonado é identificada

Trata-se de Josivany Borges de Amorim Rodrigues, de 45 anos, a mulher encontrada carbonizada em um terreno de Várzea Grande na segunda-feira (1º). Segundo a necropsia, a vítima foi esfaqueada na cabeça e no pescoço, sofreu traumatismo crânio-encefálico e, em seguida, teve o corpo queimado.

Na terça-feira (2), equipes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizaram buscas na região para tentar identificar a vítima e localizar o autor do crime. O nome da mulher foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), que confirmou a identificação nesta quarta-feira (3). Durante as diligências, os agentes da DHPP também conseguiram encontrar a residência da vítima, localizada no bairro Costa Verde.

O corpo foi localizado na manhã de segunda-feira (1º) durante o combate a um incêndio em uma área de vegetação. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para conter as chamas e, ao chegarem ao local, encontraram a vítima carbonizada em meio ao terreno.

Durante os primeiros levantamentos, peritos identificaram sinais de violência. Conforme a investigação, a mulher apresentava ferimentos provocados por arma branca na região da cabeça, do rosto, do queixo e do pescoço. Além disso, parte de suas roupas não foi encontrada no corpo.

No local do crime, os investigadores encontraram uma bolsa aparentemente vazia e sem documentos que pudessem auxiliar na identificação.

Imagens de câmeras de segurança analisadas pela Polícia Civil mostram a mulher discutindo com um homem nas proximidades do terreno horas antes do corpo ser encontrado. A gravação passou a integrar o conjunto de provas que poderá ajudar na identificação do suspeito e na reconstituição dos fatos.

De acordo com a delegada Jéssica Assis, responsável pelas investigações, uma das linhas apuradas é se o criminoso permaneceu com a vítima no local durante toda a madrugada ou se retornou posteriormente para atear fogo ao corpo, numa possível tentativa de ocultar o homicídio.

A Polícia Civil também aguarda a conclusão dos exames periciais para verificar se houve outros tipos de violência, incluindo possível abuso sexual.

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