A improvisação da administração municipal em Cuiabá se mostra a cada dia, como uma gambiarra improvisada que vira solução permanente.
Está se tornando regra: se acaso não houver interferência no melhor vereador, fora de mandatado, da história cuiabana, a solução vira improviso ou esquecimento.
Começando pela “ameaça” de auditoria nos radares de Cuiabá e Várzea Grande, feita na Câmara Municipal de Cuiabá, onde vereadores “papagaios de pirata” se espremiam para aparecer no mesmo enquadramento de imagem do maior “recomendador” de todos os tempos, no anúncio da investigação de multas, valores, destino do montante arrecadado, aferição dos equipamentos eletrônicos etc.
Mas bastou uma visita a uma creche, apontando os problemas físicos da unidade, para que, em dois dias, um novo endereço fosse anunciado pelo secretário improvisado de Educação, que é o mesmo titular da Secretaria Municipal de Obras.
A improvisação administrativa é tamanha que a quase morte de uma motorista, que caiu em um vão da ponte sobre o Rio Coxipó ao descer de seu veículo após um acidente, trouxe não uma, mas quatro providências para o problema:
Equipe técnica vai elaborar um projeto para instalar corrimão/guarda-corpo no local, avaliar a possibilidade de fechar o vão e perguntar ao Estado se há alguma obra planejada para a região ou se ela pode ser feita em conjunto. De concreto, nem um metro — apenas a sinalização do local.
Será que, se Sérgio Ricardo falar à imprensa que o vão pode matar, que o pagamento de impostos pelo povão não pode ser em vão e que, ou vão tapar o vão ou vão ser feitas auditorias, resolve?

