A improvisação da administração municipal em Cuiabá se mostra a cada dia, como uma gambiarra improvisada que vira solução permanente.
Está se tornando regra; se acaso não houver interferência no melhor vereador, fora de mandatado, da história cuiabana, a solução vira improviso ou esquecimento.
Começando pela “ameaça” de auditoria nos radares de Cuiabá em Várzea Grande, feita na Câmara municipal de Cuiabá, onde vereadores “papagaios de pirata” se espremiam para aparecer no mesmo enquadramento de imagem do maior “recomendador” de todos os tempos, no anuncio da investigação de multas, valores, destino do montante arrecadado, afeição dos equipamentos eletrônicos etc.
O “grande vereador”, ao contrário do que você possa estar pensando, não é o atual prefeito Abilio Brunini, que exigia ações do antigo prefeito que ele próprio ainda não executou. Trata-se do inigualável Sérgio Ricardo.
Sem que se imagine o porquê, Sérgio nunca mais tocou no assunto dos radares e os vereadores idem. O máximo foi a manutenção do valor de revenda de uma motosserra presenteada pelo ex-prefeito Nenéu ao vereador Dilemário Alencar, que serviria, como ele prometeu na presença do atual prefeito, para serrar os radares caça niques.
Mas, bastou uma visita em uma creche apontando os problemas físicos da unidade, que em dois dias, um novo endereço foi anunciado pelo secretário, improvisado, de Educação, que é o mesmo titular da secretaria de Obras municipal.
A improvisação administrativa é tal que a quase morte de uma motorista, que caiu em um vão da ponte sobre o rio Coxipó, ao descer de seu veículo por conta de um acidente, trouxe não uma, mas quatro providências para o problema:
Equipe técnica vai elaborar um projeto para instalar corrimão/guarda corpo no local, avaliar a possibilidade de fechar o vão e perguntar ao Estado se há alguma obra planejada para a região ou se a obra pode ser feita em conjunto. De concreto nem um metro, só a sinalização do local.
Será que se Sérgio Ricardo falar a imprensa que o vão pode matar, que o pagamento de impostos pelo povão não pode ser em vão, que, ou vão tapar vão ou vão ser feitas auditorias, resolve?

