Após a chacina em Sorriso, praticada pelo pedreiro Gilberto Rodrigues dos Anjos, políticos mato-grossenses se manifestam pedindo leis mais duras.
Os deputados federais Coronel Assis e Gisela Simona, ambos do União Brasil, discursaram na tribuna da Câmara Federal. Enquanto Assis usou o crime para cutucar o governo Lula dizendo que as leis são as mesmas de antes, mas que o sentimento de impunidade, segundo ele, agora é maior, Gisela falou sobre do pacote aniti-feminicídio aprovado no senado e prestes a entre na pauta da Câmara e pediu aumento para as penas, além de pedir um mutirão para cumprimento de mandados de prisão em aberto, especialmente os relacionados com violência sexual e doméstica e feminicídios.
Nas redes sociais a deputada federal coronel Fernanda (PL) falou em luta pelo fim da violência contra a mulher.
A deputada estadual Janaina Riva disse que apesar de cristã, não vê outro caminho que não seja prisão perpétua ou pena de morte.
A vereadora Maysa Leão também pediu revisão do código penal. “Estupradores não podem mais conviver em sociedade e Feminicidas não podem sair da cadeia”.
Quando do duplo homicídio, onde o filho do deputado Carlos Bezerra, o Carlinhos Bezerra, matou a ex-namorada e seu acompanhante as manifestações foram menores, menos intensas e mais lentas, inclusive quando ele deixou a cadeia para cumprir a prisão preventiva em casa.

