O ministério Público Estadual denunciou 22 duas pessoas por esquema fraudulento em contratos e pagamentos por serviços não entregues durante a pandemia.
O grupo aproveitou a urgência pandêmica que dispensou processos licitatórios e terá de devolver R$229 mil por serviços não prestados ao Hospital Metropolitano de Várzea Grande, R$7,3 milhões por fraude em licitação em Guarantã do Norte e R$50 milhões por atuação de organização criminosa.
Entre médicos e empresário está a secretária adjunta da Secretaria Estadual de Saúde, Caroline Campos Dobes Conturbia Neves, chamada de “mulher da SES” em denúncia anônima que levou a Operação Espelho.
Mato Grosso perdeu mais de 15 mil pessoas na pandemia, com até 25 mortes diárias.

