QUATRO MORTOS

Integrantes do PCC morrem baleados após confronto com a PM

Uma operação da Polícia Militar terminou com a morte de quatro integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) na noite de quinta-feira (13), em Pontes e Lacerda, município localizado a 448 km ao oeste de Cuiabá. Os suspeitos foram identificados como Tales Mateus dos Santos Lima (15), Vitor Coelho (18), Lucas Vinícius Cosme Coelho (18) e Rodrigo da Silva Santos (25). Uma quinta pessoa envolvida, ainda não identificada, também foi localizada no imóvel e socorrida.

A ação teve início após a Agência Regional de Inteligência (ARI do CR12) receber denúncias anônimas dando conta de que membros da facção haviam disparado acidentalmente contra um próprio comparsa. Após levarem o ferido ao Hospital Vale do Guaporé, o grupo se refugiou em uma casa sem número localizada na Alameda 8, região que, segundo as investigações, funcionava como ponto de apoio para esconder armas e veículos utilizados em homicídios na região.

Cerco tático e troca de tiros

Equipes da Força Tática e da Rotam foram deslocadas ao endereço e montaram um cerco tático nas entradas da residência. Ao adentrarem o imóvel e darem a ordem para que os suspeitos largassem as armas, os policiais foram recebidos a tiros por um dos criminosos.

Diante da agressão, os agentes reagiram para cessar a ameaça. Simultaneamente, outra fração da equipe avançou pela lateral direita do imóvel, onde outros indivíduos recuaram para um dos cômodos, ainda portando armas. Houve uma nova troca de tiros após os suspeitos desobedecerem às ordens de rendição e apontarem os armamentos contra a PM.

Socorro e investigação

Os quatro suspeitos baleados chegaram a ser socorridos e encaminhados para uma unidade de saúde da região, mas não resistiram à gravidade dos ferimentos. O adolescente de 15 anos está entre as vítimas fatais.

A Polícia Civil já instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do confronto, a procedência do armamento apreendido e a eventual participação do grupo em outros crimes na região. O caso segue sob investigação.

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