No Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, estudos divulgados pela Zoetis apontam que o uso da genética na pecuária leiteira pode aumentar a produção de leite em até 9,2% e reduzir em 12,7% a intensidade das emissões de metano.
Segundo a empresa, animais geneticamente superiores também apresentaram redução de 18,1% na taxa de reposição do rebanho e diminuição média de 9,5% na intensidade de nitrogênio relacionada à produção.
Os dados são resultado de pesquisas que analisaram características ligadas à produtividade, eficiência alimentar, adaptação ao calor e sustentabilidade. De acordo com a Zoetis, a seleção genética permite identificar animais mais produtivos, resilientes e eficientes, contribuindo para a rentabilidade e a redução dos impactos ambientais da atividade.
A companhia destaca ainda que o avanço das tecnologias de avaliação genética tem auxiliado produtores na tomada de decisões baseadas em dados, fortalecendo sistemas de produção mais sustentáveis e preparados para os desafios climáticos.

