A extinção da taxa que seria cobrada para coleta do lixo urbano, será votada na sessão de hoje na Câmara Municipal, que pode contar com a presença costumeira do prefeito, que em dias de sessão dá uma passadinha por lá para atrapalhar os trabalhos, que são suspensos com a sua chegada.
Depois da lambança gerada pelo número de isenções estipuladas pelos vereadores na legislatura anterior, que obrigava uma parcela menor da sociedade pagar 33 reais na referida taxa, idas e vindas fixaram o valor em 11 reais.
Chegou a campanha eleitoral e o aumento foi chamado de imoral e outros “adjetivos”, com a promessa de extinção da cobrança feita.
Pra abrir mão da receita, o município é obrigado a indicar de que maneira irá compensar o valor que deixará de entrar nos cofres da prefeitura.
E a solução encontrada pelo prefeito é a seguinte:
Colocar quem produz mais de 50 quilos de lixo por dia para pagar a diferença.
Bares, restaurantes, condomínios, indústrias, preparem-se.
Até agora, o cumprimento de uma promessa está quebrando outra feita pelo prefeito que, na mesma campanha eleitoral, disse que iria diminuir impostos para recuperar a economia de Cuiabá.
Ou é tudo um faz de conta e não haverá cobrança, porque a prefeitura vai “esquecer” de aferir o peso do lixo doméstico, já que não há data para encaminhamento da nova cobrança para o legislativo, ou arrumamos nosso Donald Brunini.
Haddad que se cuide.