Realmente na política, filho feio não tem pai.
Da administração Mauro Mendes para a de Emanuel Pinheiro foi uma briga de foice pela paternidade do novo Pronto Socorro.
“Eu projetei e construí”, “Eu equipei e fiz funcionar”, entre o muito que foi dito.
Já a fila dos ossos não é de ninguém.
“O estado rico que possui fila de ossos”, “Tem fila dos ossos porque a prefeitura não age”, etc.
Se não repartem louros por que iriam repartir obrigação ou vergonha como é o caso da fila dos ossos?
Talvez seja a maior prova de que quando políticos brigam quem sofre é a população.
Os dois maiores orçamentos de um estado rico não conseguem terminar uma fila de poucas centenas de pessoas.
Isso tem que ir para o currículo dos dois, prefeito e governador.
Um diz bolacha o outro biscoito e o pobre diz “eu aceito”.

