E de repente Eduardo Botelho e Mauro Mendes não falam mais a mesma língua.
O presidente da assembleia Legislativa deixou o tom conciliatório e escolheu palavras mais duras para reclamar do governo do estado.
Falou em falta de consideração por não haver comunicado formal da obra de um parque e cobrou antecipadamente equalização no pagamento das emendas parlamentares para base e oposição.
Mauro respondeu.
“Foi feito um lançamento, a imprensa foi convidada, os deputados foram convidados e estiveram presentes. O governo faz mais de mil obras, todas eles podem fiscalizar, todas tem direito e terão acesso, não precisa criar problema com isso, é só convocar ou convidar”, disse.
Sobre o pagamento de emendas Mauro disse que não há distinção entre as bancadas e perguntou se a cobrança de Botelho tinha outro significado.
“Ele está acusando os deputados de venderem o voto? Tem que explicar quais são deputados que estão vendendo. Tem que abrir uma conversa entre eles para saber se alguém se sentiu vendido para ter suas emendas pagas”, finalizou.
Todos fazendo “a egípcia”.

