Tem muito apoio de dentro do Partido Liberal que é apenas o ‘p’ do PL para o senador e pré-candidato do partido ao governo estado Welington Fagundes, e sem economizar letras não ficam apenas do ‘p’ de Pivetta.
Revelados, até agora, Abilio Brunini, prefeito de Cuiabá, Flávia Moretti, prefeita de Várzea Grande, que mudou de opinião nos últimos dias e o prefeito de Rondonópolis Claudio Ferreira, o mais enfático dos três, dizendo que irá contra seu partido e a favor da população da sua cidade.
Estamos falando das três maiores cidades de Mato Grosso, não é pouca coisa.
Wellington vinha sendo tratado como o indesejado com padrinho poderoso, agora só como indesejado.
Não esquecendo da tentativa de fritura feito por Ananias Filho, que retornou de uma reunião com Jair Bolsonaro, em outubro do ano passado, espalhando aos quatro ventos que o ex-presidente apoiaria Otaviano Pivetta ao governo e depois de uma semana apareceu apagando o incêndio que ele mesmo causou, exigindo fidelidade dos partidários, inclusive Abilio, para com o candidato de Valdemar, o senador Wellington Fagundes.
Neste momento os pelos mais finos de Welington já se retorceram pela temperatura embaixo de sua frigideira.
Se nenhuma reunião for marcada com os revoltosos rapidamente é sinal que diminuto equino pode ser retirado da precipitação pluviométrica, também conhecido por “tirar o cavalinho da chuva’.
Os milagres se multiplicam a cada balanço da varinha mágica chamada caneta governamental, fazendo muitos esquecerem que se existe estranho no ninho do PL, Wellington não é um deles. Ele ajudou a construir a agremiação e estava lá quando os novos inquilinos ainda tinham as profissões que abandonaram ao entrar na política. Enquanto um era paisagista, outra advogada e outro era só outro mesmo, Wellington já era político filiado ao Partido Liberal, em todos os nomes que tinha antes disso.
Mas, como antiguidade não é posto nem patente e políticos não trocam seus interesses por respeito, muito menos história ou estatuto de partido, a palavra adequada ao momento era de uso na juventude do senador, periclitante.
E a caneta de Pivetta está “até doce” de tinta

