A personal trainner Helen Christy Lesco, casada com o coronel da reserva militar Evandro Lesco e ex-chefe da Casa Militar que morreu na noite deste domingo (25), apresentava sintomas como falta de apetite, fraqueza e sonolência há cerca de quatro dias.
Segundo informações da família, a profissional de educação física passou mal em sua residência e foi socorrida às presas para o Hospital São Mateus, pelo marido e o sogro. Helen chegou já sem sinais vitais no pronto-atendimento do hospital. Os médicos informaram que tentaram reanimá-la por cerca de uma hora, mas não obtiveram sucesso. Ela não resistiu e a morte foi confirmada às 21h38 do domingo.
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) esteve no hospital para realizar a liberação do corpo que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e passará por exames de necropsia que devem indicar a causa da morte.
De acordo com o boletim de ocorrência, o marido da personal informou que ela estava há cerca de quatro dias sem comer devido a hiporexia – não sentia o cheiro e o gosto da comida o que ocasionaram na redução natural do apetite pela falta do estímulo e do prazer ao comer – além de apresentar com fraqueza e sonolência.
Aos policiais coronel Evandro Lesco informou que a esposa tomava diversas medicações para depressão e indução do sono há cerca de três anos, e negou que a personal fazia o uso de drogas ilícias
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e passará por exames de necropsia que devem indicar a causa da morte,.
PRESA NA GRAMPOLÂNDIA
Em 2017 Helen Christy Lesco ficou conhecida após ter sido presa preventivamente na Operação Esdras – deflagrada pela Polícia Civil – que apurou esquema de escutas telefônicas ilegais em Mato Grosso para ouvir políticos, advogado e empresários, na gestão do ex-governador Pedro Taques. Ela foi apontada bfoi apontada pelo desembargador Orlando Perri como integrante de um “plano infernal” para atrapahlar as investigações do escândalo da grampolândia pantaneira.
No episódio, o coronel Evandro Lesco confessou sua participação no plano, afirmando que dava ordens ao sargento PM João Ricardo Soler e à mulher dele, Helen Lesco e que determinou a instalação de uma microcâmera na farda do tenente-coronel Costa Soares.

