Os brasileiros estão novamente tendo a oportunidade de reescrever sua história, ou seja, deixar de apenas reclamar em bares, templos, igrejas e redes sociais acerca das mazelas do país para efetivamente exercer o poder do voto e com isso conquistar um futuro melhor para a nação que se encontra.
Ocorre que a maioria avassaladora dos candidatos a disposição do povo, ou é mais do mesmo, ou simplesmente possuem como propostas o apagar do incêndio e não efetivamente tratar as causas dele e efetivamente extirpá-lo do país.
Digo isto, pois, sem amores as cores dicotômicas que assolam nosso país já há algum bom tempo, eis que até o momento não vejo nenhum pretenso parlamentar ter como prioridade a educação do país, nem mesmo de longe se vê esta preocupação, uma lastima!
Também não é possível pelas propostas existentes nos programas divulgados pelos pretensos parlamentares ou gestores públicos nenhuma novidade na área dos esportes, cujo país tem sangrado suas paixões com apostas nefastas e que destroem e corrompem famílias recolhedora de tributos!
Pois é, as únicas coisas que se defendem são mais segurança, pois já existe o fogo da insegurança, mais processos judiciais, mais briga de poder, mais coragem do parlamento contra o judiciário, mais isso, mais aquilo, porém o que definitivamente transformará a nação que é a educação e o esporte em conjunto, isso tem sido relegado a terceiro ou quarto plano, isso quando ainda existem nos bastidores, triste realidade.
A educação é necessária para o despertar da criticidade, do senso de pertencimento mútuo, para o desenvolvimento da pesquisa, da ciência, dos valores sociais, cívicos, para a compreensão dos direitos e deveres e principalmente da engenharia de como funciona as engrenagens do país, pelo básico, compreendo desde cedo no mínimo a cláusula geral da dignidade da pessoa humana, bem como os Poderes da Nação.
Já o esporte contribuí direta e indiretamente com a educação, pois, forja caráter, noção de meritocracia, autoconhecimento, respeito ao próximo, noção de grupo, equipe, sociedade, ocupa o tempo, desenvolve capacidades cognitivas e motoras, além de evidentemente reduzir drasticamente a utilização do SUS.
Mas o que se vê novamente nas propostas dos futuros parlamentares ou chefes do executivo é a propagação do individualismo em detrimento do coletivo, o fomento a dualidade, discurso de ódio e divisão do povo, além de outros discursos e promessas que mais parece para enxugar gelo do que para qualquer outra coisa senão para manter o país da forma que está, ou seja, temos mais do mesmo.
Esse é o sentimento de um jovem que sonha com a mudança deste país que tanto ama, porém, sem dúvidas, essa mudança não virá nesta próxima legislatura, uma pena, para nós!
Rodrigo Palomares Maiolino de Mendonça
Advogado, Professor e Comentarista na Rádio Jovem Pan Cuiabá FM 96.7.

