Novamente a vereadora Edna Sampaio insiste em dizer que é perseguida e sofre “violência política de gênero” no novo processo de cassação vai tomando forma.
A vereadora tem razão em dizer que a denúncia é requentada, realmente é, mas em seu retorno ao cargo esqueceu que em um julgamento político e não técnico, com o é o caso, só encontrará amparo nos possíveis erros nos ritos processuais, como os que lhe devolveram o cargo, o mérito não será julgado pela justiça.
Neste seu primeiro mandato Edna se desentendeu com o presidente, com os vereadores, com seu gabinete e com seu suplente.
Tomando como base a votação unânime dos presentes na sessão que a cassou e com o discurso beligerante que fez em seu retorno ao cargo é difícil imaginar arrependimentos e votos favoráveis a ponto de evitar nova cassação, já que se tratam das mesmas acusações sobre a mesma pessoa.

