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“Namorada virtual” depositava dinheiro para homem desaparecido

O Núcleo de Pessoas Desaparecidas (NDP) informou na manhã desta quinta-feira (15) que o caso do desaparecimento de Leandro Gouveia Prates, 37 anos, passará a ser investigado pela Polícia Civil de São Paulo.

Segundo um investigador que acompanha o caso, a mãe de Leandro informou que ele utilizava sua conta para receber dinheiro de uma namorada virtual que ele conheceu pela internet.

Após investigações, a Polícia Civil descobriu que os depósitos eram realizados na “boca do caixa” de uma agência do Banco do Brasil, localizada na região central do município de Avaré em São Paulo.

No histórico de localização do celular de Leandro também foi constatado que ele pode estar na cidade paulista. Diante disso, a PJC de São Paulo assumiu o caso.

O DESAPARECIMENTO

Segundo informado por familiares, Leandro embarcou em um ônibus na rodoviária de Nova Olímpia (210 km de Cuiabá) na madrugada do dia 6 de abril com destino a Cuiabá.

Ele chegou por volta das 5h30 e ficou na cidade até o dia 8 de abril. Aos parentes, ele disse que iria participar de uma entrevista que sua namorada virtual teria agendado. Na ocasião ele também conheceria a mulher.

A empresa de telefonia e internet Telemont S.A. negou que tenha agendado entrevista de emprego em nome de Leandro Gouveia Prates. Uma funcionária da empresa explicou que, desde o início da pandemia, as entrevistas estão sendo realizadas por videoconferência.

Quem tiver informações do paradeiro do homem pode entrar em contato nos telefones: 3901-4823/3901-4825 ou 99982-7766.

ENTREVISTA FAKE

A empresa de telefonia e internet Telemont S.A. negou que tenha agendado entrevista de emprego em nome de Leandro Gouveia Prates, 37 anos. O homem, que é da cidade de Denise (209 km de Cuiabá), está desaparecido desde o dia 8 de abril quando veio para a capital para participar de entrevista que uma namorada virtual teria agendado para ele. Na ocasião ele também conheceria a mulher.

Além disso, a mulher explicou que as entrevistas estão sendo realizadas, desde o início da pandemia da covid-19, por vídeoconferência.

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