Depois do empurra-empurra entre Consórcio e governo do estado para ver com quem ficava os vagões do “finado” VLT, o governo Mauro Mendes assumiu negociação com o governo da Bahia que se interessou em ficar com o inservível para nós.
Agora a negociação, que está sendo supervisionada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), empacou no preço a ser pago.
Mato Grosso quer R$ 1,2 bi o Grupo CCR, que administra o Sistema Metroviário de Salvador avaliou em R$ 800 mi e o governo da Bahia ofereceu R$ 600 mi.
Importante lembrar ao TCU que essa “feira” tem prazo para o fim, os próximos governadores podem não ter tanta disposição em negociar como os agora em mandato.
O próximo governador de Mato Grosso não terá o assunto VLT em suas promessas de campanha e prioridades, e o de lá, pode muito bem resolver comprar novos vagões, que são licitações que agradam mais aos governos, vide os motivos da preferência em adquirir os vagões antes da existência de trilhos que vivenciamos aqui.

