As pesquisas para presidente da república recentes, trazem o ponto comum que o candidato Bolsonaro vem crescendo constantemente, pesquisa após pesquisa, chegando a ultrapassar o petista, como apresentou a Paraná Pesquisa divulgada a poucos dias.
Aqui em Mato Grosso, um dos vice-líderes do governo na Câmara dos Deputados, Emanuelzinho do MDB, colocou na conta da comunicação do governo, esse avanço de Flávio.
O mercado financeiro não reagiu aos números. O consenso é que a consolidação rápida era esperada e que é grande a área com vidro no teto de Flávio.
Em paralelo, Janja saiu à francesa da mídia desde o carnaval, quando se limitou ao camarote com Lula, depois que lhe retiraram de carro alegórico e da avenida.
Não é de esperar que alguém que ganhou 3 eleições para presidente do país, duas na oposição e uma saindo da cadeia, cometesse erro crasso de não observar o crescimento de opositores.
Mas porque, nem o PT, nem Lula atacam ou respondem aos ataques de Flávio Bolsonaro?
Importante observar que Lula não está caindo nas pesquisas, Flávio é que está crescendo.
Não é desleixo nem desprezo. Lula e o PT estão escolhendo seu opositor.
Na família, Flávio só supera o nome de Carlos, que é o menos expressivo em se tratando de país. Michele é um projeto solo do patriarca, não da família Bolsonaro e quem foi casado quatro vezes sabe que isso pode mudar rapidamente, nem sempre por sua decisão.
Eduardo não pretende atender os convites do STF para retornar ao Brasil.
A resposta para a inércia é que a própria inércia é a estratégia, justamente para viabilizar a candidatura de Flávio, porque e se ele não decolar, poderá ser substituído por Tarcísio Freitas, que vai oferecer um combate muito mais duro e difícil.
Em resumo, se tem algo que une Jair Bolsonaro e Lula neste momento é a escolha de Flávio para candidato da direita.

