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Adolescente do PCC é morto por faccionados do CV em ação de vingança

Lucas Souza Gomes, de 17 anos, morreu na noite desta terça-feira (10) após ser alvejado por disparos de arma de fogo no bairro Mãe de Deus, em Peixoto de Azevedo. Segundo relatório da Polícia Militar, a guarnição foi acionada por meio de um telefone funcional após relatos de tiros na região. Ao chegar ao local, na Rua Argentina, em frente à Escola São Pedro, os policiais encontraram a vítima caída ao solo, já sem vida.

Imagens de uma câmera de vigilância próxima ao local capturaram o momento do crime. Dois homens não identificados, ocupantes de uma motocicleta Honda de cor escura, seguiram a vítima e efetuaram diversos disparos, possivelmente de calibre 9mm. Familiares informaram à polícia que Lucas pertencia à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), e sua morte seria uma retaliação pela morte de um integrante de uma facção rival ocorrida no dia anterior.

A vítima não possuía passagens criminais registradas nos sistemas consultados. O local do crime foi isolado, e a Polícia Civil (PJC) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para as investigações. Não há informações sobre prisões ou identificação dos suspeitos até o momento.

Este homicídio ocorre em um contexto de tensão entre grupos criminosos na região. Na segunda-feira (09), por volta das 16h40, Lucas Gabriel Lazarim, de 15 anos, foi assassinado a tiros em uma lanchonete no Centro de Peixoto de Azevedo. Segundo a Polícia Civil, a vítima vinha recebendo ameaças de morte e havia confidenciado a um amigo que aquele dia poderia ser o último de sua vida. Lucas era membro do Comando Vermelho.

Lucas Gabriel chegou à lanchonete com um amigo e, minutos depois, um homem se aproximou, sacou uma arma e atirou. O primeiro disparo errou o alvo, mas o suspeito continuou disparando, acertando a vítima várias vezes. Em seguida, o atirador fugiu correndo, gritando que era membro de uma facção criminosa, e entrou em um veículo Gol preto. A vítima morreu no local.

No local do crime, foram recolhidas 19 cápsulas deflagradas de arma de fogo, além de um chinelo possivelmente deixado pelo autor e o celular da vítima. A Polícia Civil investiga o caso, mas ainda não há suspeitos identificados ou presos.

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