A mãe do pequeno P.H.P.C, de cinco anos, procurou alguns veículos de comunicação na manhã desta segunda-feira (09) para esclarecer suposta denúncia de maus tratos contra o filho. Na última sexta-feira (06), no bairro Jardim Alá, em Várzea Grande, o menor foi resgatado de sua casa por conselheiros tutelares que receberam denúncias de maus tratos contra a criança, que apresentava marcas semelhantes a queimaduras de cigarro e sinais de espancamento.
Após ouvir os familiares, o delegado que atendeu o caso, devolveu a criança à mãe. P.H.P.C passou por exames no Pronto Socorro de Várzea Grande que comprovou que os hematomas são sequelas de uma doença grave.
O menino está sendo submetido à exames para posteriormente começar o tratamento da doença. No dia em que o susposto espancamento veio a público, toda a família foi ouvida e os avós que cuidam da criança durante o dia, enquanto a mãe trabalha, disseram que não sabiam como a criança havia se machucado.
O caso repercutiu bastante e a familia foi bastante jugada pela situação.
O CASO
A criança que até então tinha quatro anos foi encontrada por conselheiros tutelares após denúncias de maus tratos na noite da última quinta-feira (05). O menor apresentava marcas de queimaduras de cigarro nas pernas, sinais de espancamento, cortes na boca e hematomas semelhantes a “chupão” no pescoço.
Após familiares serem ouvidos, o menino foi devolvido à mãe. O caso continuou investigado.
O boletim de ocorrência narrava que os agentes da Guarda Municipal (GM/VG) haviam sido acionados pelo Conselho Tutelar, que fazia verificação de uma denúncia de maus tratos. Quando as equipes chegaram à residência, encontraram duas crianças, sendo um menino de 4 e uma menina de 9 anos, uma delas toda machucada, com vários hematomas que pareciam por espancamento.
Questionados quantos às agressões físicas, os avós, que são os responsáveis pela criança durante o dia, disseram que não sabem quem poderia ter cometido. Já a mãe, de 34 anos, informou que até o dia anterior, quando deu banho no filho não havia percebido nenhum dos hematomas. Na ocasião todos foram encaminhados para a Central de Flagrantes e liberados com a criança em seguida.

