O ex-procurador Geral de Justiça de Mato Grosso, José Antônio Borges foi censurado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) por ter acusado o ex-presidente Jair Bolsonaro de “insensível, desumano, inconsequente, terraplanista e graves acusações ‘gabinete do ódio instalado dentro do Palácio do Planalto’, ‘milícia digital’, ‘orquestração disruptiva do regime democrático” mesmo que o dito pudesse vir a ser confirmado.
O relator do processo optou pelo arquivamento da denúncia, mas um dos conselheiros discordou apontando que Borges havia extrapolado o direito a liberdade de expressão, e foi seguido pela maioria dos conselheiros, quando foi aprovada a penalidade de censura, o que o Borges diz ter recebido com serenidade.

