Novas informações sobre o envolvimento do empresário Luíz Meguél Melek, de 40 anos, apareceram e trazem provas evidentes de que ele conhecia um dos criminosos envolvidos no assalto a duas agências bancárias na cidade de Nova Bandeirantes, na última sexta-feira (4). Ele é um dos quatro mortos no confronto com o Batalhão de Operações Especiais (Bope) na útima quinta (10). Familiares contestaram a ação policial e afirmaram à imprensa que ele era refém dos bandidos e teria sido morto injustamente.
A redação do PhdNews apurou nas redes sociais que Luíz e Romário de Oliveira Batista, eram amigos no Facebook. Além disso, um chegou a curtir publicações de fotos do outro dias antes do assalto.
Romário de Oliveira Batista, 35. Era natural de Angical do Piauí (PI) e possuía antecedentes criminais por furtos e roubos realizados nos Estados da Bahia e Pernambuco.
O empresário Luiz Meguél Melek, 40 anos era natural de Missal (PR). Ele morava em Alta Floresta e não possuía histórico criminal ou mandado de prisão em aberto. A família alega que ele era trabalhador e pode ter sido feito de refém e morto durante o confronto ao ser confundido com um dos integrantes do grupo criminoso. Agentes que participaram das ações afirmam que ele deu apoio na fuga dos criminosos em sua caminhonete e que teria corrido para a mata com os demais criminosos durante a abordagem.
A reportagem do Estadão Mato grosso conversou novamente com o irmão do empresário que afirmou desconhecer a suposta amizade. Ele taxativa que o irmão era inocente.
A relação entre eles é investigada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).
O CASO
Uma quadrilha que realizou dois assaltos simultâneos às agências do banco Sicred na cidade de Nova Bandeirantes (997 km de Cuiabá). O fato se deu no final da manhã desta sexta-feira (4).
De acordo com informações oficiais, as equipes devem sair em instantes em aeronaves da Ciopaer (Centro Integrado de Operações Aéreas) para realizar a viagem que deve durar cerca de 1h 30.
Foi repassado para a imprensa que os bandidos estão fortemente armados com fuzis. Eles fizeram um cerco na cidade, principalmente na região central e fizeram diversas pessoas de reféns.
Segundo informado pelo Bope, foram mais de 30 pessoas reféns por pelo menos 12 homens armados, que usavam roupas camufladas. Alguns moradores foram feitos reféns e colocados nas carrocerias das caminhonetes usadas pela quadrilha.
Nesta modalidade de assalto, conhecida popularmente como ‘novo cangaço’ os bandidos utilizam populares escolhidos de forma aleatória para servirem como ‘escudos humanos’. Eles invadem as agências e realizam o saqueamento.





