Em recente polemica nacional a deputada federal Erika Hilton, assumiu a presidência da Comissão da Mulher na Câmara Federal, Erika é mulher trans e classificou as diferenças como pessoas que gestam e pessoas que não gestam.
A ascensão se deu porque a citada Comissão, regimentalmente, pode ser presidida até por um homem e é feita por eleição, portanto, a maioria dos votantes assim decidiu.
As mulheres trans representam menos de 1% das mulheres brasileiras, logo, neste caso, menos de 1% estão representando 99%, o que é a contramão da representação.
Mas, o regimento permite.
Depois de muita polemica mundial o Comitê Olímpico Internacional (COI), decidiu que em competições femininas, somente atletas femininas biologicamente, poderão participar.
Um teste genético único, será realizado para fazer a triagem das competidoras.
O “regimento” deixou de permitir que mulher trans venham a competir com mulheres biológicas.
É curioso que, para não dizer todas as polemicas e confusões, quase todos os imbróglios se dá com homens que se assumem mulher.
No campo das mulheres que se assumem homem, tranquilidade. Ninguém se mostrando mais homem que outros. Ninguém querendo competir com homens biológicos, seja no boxe ou qualquer outro esporte onde a força física faz total diferença, por que será?
Faltou um COI na Câmara.

