As primeiras informações dando conta que a morte do soldado bombeiro militar Lucas Veloso Peres na Lagoa Trevisan, teriam sido por ataque cardíaco, que assim que o bombeiro passou mal e afundou foi prontamente recolhido pelo barco auxiliar, demonstram que o processo administrativo que foi instaurado terá que “nadar” muito para não “afundar” na “profunda lagoa” do corporativismo.
Exames de necropsia do soldado apontaram asfixia por afogamento como causa da morte.
Prints de conversas por aplicativo, de pessoas presentes, divulgadas pela imprensa, indicariam que no dia anterior um grupo salvou outro aluno que estava sendo afogado, e no caso de Lucas ele estava levando um “caldo”, como é chamado o afogamento por instrutores e não houve interferência dos participantes.
As apurações do caso, por lei, são feitas pela Justiça Militar.

