As lágrimas do vencedor de uma corrida, quase sempre, representam uma parte pequena pela alegria da vitória alcançada.
Atingir o objetivo, romper a faixa, ultrapassar a linha de chegada é a parte menor vista por quem assistiu ao evento. Ali tem muito de derrotas anteriores, que foram necessárias em fortalecer o suficiente para chegar ao topo.
Os momentos de angústia com a demora de resultados, os dias em que desprezos amargaram a alma, a desistência rondando como a melhor saída, a equipe dependente dos seus resultados, as noites sem sono porque a cabeça repousa em uma montanha de preocupações, a crueldade da competitividade no saber que sua derrota é desejada e fomentada.
Em muitos casos tudo isso sai junto com o choro de um vencedor.
Mas quem se dispõe a competir, tem ciência de que não existem caminhos fáceis.
Nos permitam compartilhar uma vitória, que por não ser exceção, também fez um longo caminho para chegar a um número.
Não é um número inteiro. É fracionado. Mas tem 100 % de luta, de espera, de um refazer de muitas rotas. De bater em muitas portas que nem sempre abriram.
Mas tem mais de 100% de confiança depositada na fé de vencer, feita por empresas e pessoas.
Falamos dos parceiros comerciais, funcionários e a direção nacional da Rádio Jovem Pan.
O número é 96,7.
Essa é a frequência que a partir de 15 de dezembro será a casa da Jovem Pan Cuiabá, 96.7 MHZ.
Foram 10 anos para que a classe A da frequência modulada viesse em definitivo.
O momento é de compartilhar o sucesso, sem esquecer o ouvinte que nunca nos faltou e que hoje ganha uma Jovem Pan mais forte.
Obrigado Cuiabá, Várzea Grande e Baixada Cuiabana.
Pan, parampan… pan, pan!!

