Cuiabá ocupa a segunda posição no ranking das capitais brasileiras com a menor alíquota fixa predial de IPTU, fixada em 0,40%, ficando atrás apenas de Rio Branco, com 0,25%. O percentual coloca a Capital também entre as dez menores alíquotas iniciais do país, considerando as 27 capitais.
A cidade integra o grupo de apenas seis capitais que adotam alíquota única, modelo que não varia conforme o valor venal ou a utilização do imóvel. Nesse formato, reformas, melhorias ou valorização da região não alteram o percentual cobrado, garantindo previsibilidade ao contribuinte.
No comparativo nacional, mesmo entre capitais que utilizam alíquotas progressivas, Cuiabá permanece no Top 10 das menores taxas iniciais. Em outras cidades, o imposto começa com percentuais reduzidos, mas pode aumentar significativamente conforme o valor do imóvel.
O município também adotou um teto de reajuste para 2026. Pelo Decreto nº 11.665/2025, nenhum imóvel terá aumento superior a 20% em relação ao valor pago em 2025. Quando o cálculo ultrapassa esse limite, o sistema aplica desconto automático. Para manter o benefício, o imposto deve ser quitado até 31 de dezembro de 2026.
Além disso, o contribuinte pode obter descontos adicionais por meio do programa Nota Cuiabana, que permite abatimento de até 30% no IPTU, e do IPTU Sustentável, que concede reduções de até 25% para imóveis com práticas ambientais.
A atualização da Planta Genérica de Valores corrige uma defasagem existente desde 2010 e atende determinação do Tribunal de Contas do Estado, refletindo a valorização imobiliária e a expansão urbana registradas nos últimos anos.

